
Amazonas · Brasil · Desde 1987
Sobrenome Amazônia.
38 anos guiando visitantes pelo único lugar do mundo onde a floresta ainda reconhece quem chega.
Não conduzimos turistas. Recebemos visitantes.
A diferença é que turista atravessa um lugar; visitante se conecta com ele.
Conduzimos imersões personalizadas pela Amazônia há quase quatro décadas, sempre com grupos pequenos, idiomas adequados ao visitante e roteiros que se moldam a quem chega — não o contrário.
Cada expedição é montada do zero, em conversa direta. Não há catálogo de pacotes. Há uma floresta enorme e uma maneira específica de chegar até ela.

Cinco formas de chegar à Amazônia.
Trinta e oito anos.
Milhares de visitantes.

Eu sou Eni.
Nasci em Manaus e nunca consegui chamar outro lugar de casa. Antes de virar guia, fui controlador de aeronaves por cinco anos — aprendi cedo que o trabalho que importa é o que protege quem está em movimento. Há 38 anos faço isso de outra forma: recebo quem chega à Amazônia e devolvo essa pessoa diferente.
O que me emociona não é mostrar a floresta. É ver o momento em que o visitante percebe que a floresta o reconheceu de volta.
Sua expedição começa com uma conversa.
Conte quando pretende vir, com quantas pessoas, o que mais te interessa. A partir daí construímos juntos.




